Essencia de Mulher

Um blog para mulheres e homens de mente aberta

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

A escolha é sempre nossa...



"Não chore por as coisas terem terminado; sorria porque elas existiram."

Luiz Bondakian

Vivemos num mundo de dualismo. Porque não tentar ver as coisas pelo lado mais construtivo para as nossas vidas?

3 Comments:

At 2:35 da manhã, Blogger Nuno Martins said...

Boa questão, mas nem sempre o lado mais construtivo é o melhor caminho para tentarmos observar certas coisas. Até o lado mais destrutivo e pessimista, é um excelente fulcro para nos orientarmos. Um grd beijinho e obrigado por todos estes posts.

 
At 8:51 da tarde, Anonymous Luca said...

"Não chore por as coisas terem terminado; sorria porque elas existiram."

Entendendo… a dualidade constante de que a vida se compõe, eu diria.
Chore, chore com prazer sofrido por algo que terminou.
Mas viva olhando o mundo como uma criança, como quem tem tudo para aprender.
Tudo o que a vida me ofereceu foi de uma espantosa generosidade.
Tudo aquilo pelo qual a minha arrogância me fez lutar, acabou sempre por se revelar muito pouco compensador.
Penso que o truque seja simples. Estar disponível, de mente aberta e sem presunções.
Fica no entanto uma pergunta, quantos de nós tem a coragem de o fazer, de forma consertada e contínua?
O resto…tão somente...o preço que devemos pagar pelo nosso Ego desmesurado! Alguém pensa em comprar um bem e não o pagar? Deveria a lei da vida ser diferente?
No fundo a questão e bem simples, antes de desejar algo devemos perguntar-nos, estou disposto a pagar o preço? A partir dessa resposta, estou seguro que, chorarei com prazer e viverei olhando o Mundo com os olhos de uma criança.

Vivere acanto é stare ogni giorno piu vicino dalla felicitta.

(sempre que posso venho espreitar a sua alma, nem sempre concordo...mas gosto da sensibilidade que lhe esta subjacente)

Un baccionne

 
At 9:55 da manhã, Anonymous Anónimo said...

A questão fundamental, nesta frase, é se choramos por alguma coisa ter terminado é porque era ou foi boa, e como tal foi sempre melhor tê-la ou vivê-la do que nada ter acontecido, pelo que porque não sorrir por ter existido e viver a sua recordação com amor.

 

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